Há alguns meses, eu tava vivendo a vida dos sonhos. Viajando pelo Sudeste Asiático — Tailândia, Vietnã, Filipinas, Malásia. Comendo fora todo dia, conhecendo gente nova, com tudo bancado pelo meu canal do YouTube.
Até que, num dia em Kuala Lumpur, eu abri o notebook pra ver quanto tinha caído do YouTube… e o meu canal estava desmonetizado. Do nada. Sem aviso.
Eu tinha uns R$ 7.500 pra receber — um mês inteiro de trabalho — e o YouTube simplesmente disse que não ia pagar. Meu conteúdo, segundo eles, "não gerava valor suficiente".
Eu vi minha vida desmoronar ali. E não tinha dinheiro pra ficar mais três meses viajando, esperando eles me deixarem voltar.
Comprei uma passagem e voltei pro Brasil. Passei janeiro e fevereiro travado, pesquisando o que fazer da vida. Foi aí que eu olhei sério pro Facebook.
Eu já sabia que dava pra monetizar lá, mas sempre achei difícil — no Facebook você não bate meta de inscritos, tem que postar conteúdo bom até ele te convidar. Eu tinha medo de perder tempo à toa. Mas eu já não tinha mais nada a perder. Então testei.
Primeiro vídeo, nada. Segundo, começou a pingar visualização. No terceiro vídeo, a página bateu 50.000 seguidores em 2 dias. Viralizou.
No começo eu errei feio — postei numa conta errada e tomei ban. Mas foi aí que eu aprendi exatamente como fazer do jeito certo. Refiz e monetizei. Esse "jeito certo" hoje tá todo dentro do curso, pra você não errar como eu errei.
Depois fui atrás do meu sonho antigo: monetizar em inglês. No YouTube eu nunca consegui. No Facebook? Uma semana depois eu já tava monetizado em inglês.
Trabalhando muito menos do que antes. E, sinceramente, muito mais tranquilo — sem aquele medo de perder tudo da noite pro dia de novo.










